quarta-feira, 28 de agosto de 2013

GHI - Ghost Hunters International (Emissora: SyFy Channel)

Boa noite galera!

Esta noite senti vontade de falar sobre o que se tornou meu vício durante a semana.

O próprio nome resume bem o enredo do programa. Existe o Ghost Hunters que se limita ao território dos EUA; e existe o Ghost Hunters International, que viaja pelo mundo. Ambos seguem a mesma linha de entretenimento, só mudando a localidade. O Ghost Hunters International já visitou o nosso querido Brasil inclusive. Uma dessas visitas foi ao Castelinho da Rua Apa, que é regado de lendas e mistérios; pessoas dizem ouvir passos, vozes, barulhos estranhos e portas que se fecham sozinha durante a noite, praticamente todo o tipo de bizarrices do além.  

A série acompanha um grupo de "caçadores de fantasmas" pelo globo. Armados de muitos aparelhos e com auxílio da tecnologia, eles visitam locais com fama de assombrados e tentam captar algum sinal de que realmente o que acontece ali é paranormal.

Sempre atentos aos relatos das testemunhas, eles primeiramente tentam solucionar os mistérios de forma racional e explicável. Porém, nem sempre isso é possível e algo de paranormal dá o ar da graça.

Como eu sempre fui fascinada pelo sobrenatural, essa série me conquistou plenamente. Admito que rolou uma lágrima durante o primeiro episódio. Sim, literalmente chorei de medo. Mas conforme você vai se "acostumando" as taquicardias diminuem.

Recomendo este programa tanto para os céticos, que poderão tentar encontrar uma explicação lógica para determinado fenômeno; quanto para os que acreditam que há mais do que os olhos podem ver. 

Apenas relembrando: a cada episódio um susto diferente.

Boa caçada!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Go On (Emissora: NBC)

 Os fãs e viciados por "F.R.I.E.N.D.S.", como eu, devem ter tido orgasmos múltiplos ao descobrir essa série. Bom, talvez não todos os fãs, mas principalmente os apaixonados pelo Chandler.

Eu poderia discorrer horas sobre quão maravilhoso o Chandler era. Mas a minha intenção hoje é falar sobre o ator que deu vida ao personagem: o inconfundível Matthew Perry. E é ele quem, mais uma vez, volta as telinhas como protagonista de GO ON.


Infelizmente não por muito tempo, pois GO ON terminou sua primeira temporada e já foi cancelada. A decisão foi tomada após a queda constante de audiência. Lembrando que o seriado nunca realmente alcançou um bom numero de espectadores. Já é a terceira série em que Matthew Perry estréia após o fenômeno "F.R.I.E.N.D.S." que vem a ser cancelada, só nos resta torcer para que sua próxima investida seja mais promissora.

Tratava-se de um radialista de sucesso que perde prematuramente sua esposa e é aconselhado a participar de um grupo de apoio para conseguir manter sua sanidade, e principalmente seu emprego.
Com o passar do tempo esse grupo vai se tornando uma parte importante da vida de Ryan (nome do personagem de Perry), que redescobre os pequenos prazeres com um tipo de humor peculiar.

Um dos grandes "poréns" dessa série é que eu, particularmente, não consigo comprar a performance de Perry como ator dramático. O que infelizmente é o que alguns momentos exigem durante a trama. Além disso, acredito também que o talento de Perry como comediante (que não é pouco) estava sendo desperdiçado. Praticamente atirado pela janela.

Eles tinham no elenco atores talentosos que possuíam boa química entre si; e tinham a história, que se bem aproveitada poderia vir a chamar a atenção do público em geral, escapando de ficar preso dentro de uma faixa etária. Era só deixar rolar. Porque o que eu sinto é que a série ainda estava muito no papel. Estava sendo muito contida. O que provavelmente contribuiu para o cancelamento da mesma.

Mas não é porque uma série foi cancelada que não se pode aproveitá-la.

Essa é uma série que recomendo para quem procura uma coisa mais tranquila, sem grandes reviravoltas. E já vou logo avisando: os fãs de 
"F.R.I.E.N.D.S." podem vir a se decepcionar. Afinal, Chandler foi, é, e sempre será único.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Baby Daddy (Emissora: ABC Family)

O que faz um seriado ser considerado "bom"? As personagens? O roteiro? A trilha sonora?

Na verdade, acredito que seja um combo. Uma mistura que da certo.

Não faz muito tempo comecei a assistir uma série chamada Baby Daddy; o nome já da uma boa ideia do que se trata. As dificuldades e alegrias de ser pai solteiro.

Daí você para e se pergunta: já não vi essa história antes? Eu te respondo: milhares de vezes. Quem nunca assistiu Três Solteirões e um Bebê na sessão da tarde que atire a primeira pedra.

E por que insistem nesse tipo de coisa? Porque aparentemente funciona. A figura masculina sendo responsável por uma criatura nem mais e nem menos ingênua que um bebezinho toca o mais gélido dos corações. Blah!

Esse apelo emocional aliado ao humor característicos das sitcoms americanas atrai o público, principalmente o público feminino. É mulherada que sonha com um homem perfeito, que saiba limpar, passar, cozinhar, arrumar a maçaneta da porta e a torneira da pia, trabalhar contra o crime, cuidar de criança e ainda ser bonito e engraçado - estou falando de vocês mesmo!!!

Apesar das personagens dentro do esperado (o atleta popular, o amigo engraçado, a mãe moderninha, a amiga ex-gorda) e a proposta ser comum, o seriado consegue arrancar algumas risadas. E verdade seja dita os atores são bastante carismáticos, quando menos se espera o espectador já se identificou com alguma das tramas e está fazendo contagem regressiva para o novo episódio.

Todo os seriados possuem seus altos e baixos, mas por enquanto Baby Daddy está se mantendo em um nível agradável e confortável. 

Até agora, na minha opinião, vale a pena ser assistida, porém, trata-se de uma série relativamente nova, então vamos esperar o desenrolar da história daqui pra frente.

Bom, para saber mais opiniões das series do momento, aguarde o próximo post de A Espectadora, sempre as quartas-feiras! 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Nada a Acrescentar



PRELÚDIO

Julgue sua adolescência como queira. Mas não são as grandes ações que vão torna-la memorável, mas sim, os pequenos detalhes, sendo assim, se inicia a história sem mais nada a acrescentar.


E foi com esse prelúdio que chegamos no primeiro nome da nossa série. Nada a Acrescentar. E por mais que ele ficasse "bonitinho" e encaixasse no contexto geral da série, o nome não era nem um pouco fonético e marcante.

Você consegue imaginar a seguinte frase: "Nossa, ontem o Nada a Acrescentar foi um tesão?" Com certeza, seria um fiasco. Mas pior que isso seria a opinião crítica: "Nada a Acrescentar realmente não tem Nada a Acrescentar..."

Dessa maneira iniciamos a busca por um novo nome, um nome realmente interessante e ousado. Alguma coisa que não tivesse a primeira vista absolutamente nada a ver com a série, mas que numa visão mais aprofundada e metafórica resumisse a alma do nosso roteiro.

E após pensar MUITO, e levantar CENTENAS de nomes (sem exagero) chegamos em Pop Corn.

Pipoca? É isso? Ou Milho Pop? Por que Pop Corn? 

Bom, para saber a resposta dessa pergunta, aguarde o próximo post de O Roteirista, sempre as sextas-feiras!