quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MOM (Emissora: CBS)

Essa é direto do forno!

É a vez de uma das novidades do canal Warner que estreou esta semana!

Mom traz um elenco já conhecido em trabalhos de cunho humorístico e é produzido por Chuck Lorre, produtor conhecido por sitcons de sucesso como The Big Bang Theory, Two and a Half Men e Mike & Molly.

O roteiro se baseia na vida de uma mãe solteira que cria  dois filhos. Apesar de cuidar das crianças da melhor maneira que consegue, a protagonista não percebe que comete os mesmo erros que sua mãe; erros que julga serem imperdoáveis.

O primeiro episódio ficou dentro das expectativas e promete uma temporada regada a risos.

Vamos torcer para que até lá nossa heroína tenha se encontrado como pessoa e como mãe.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Primeval: New World (Emissora: SyFy Channel)‏

Boa noite galera!

Antes de tudo, desculpem o atraso!


O seriado a ser discutido hoje será Primeval - New World.

É um seriado de ficção científica, e na minha opinião não foi uma surpresa ser cancelado logo após sua primeira temporada.

Seu enredo é interessante, talvez se tivesse sido planejado de outra maneira teria mais chances de continuar no ar e conquistar mais fãs.

A série aborda a possibilidade de haver "portais" espalhados por toda a Terra. Portais de tempo e espaço. E ao entrar em um dos portais não se sabe para onde e para quando(passado ou futuro) a pessoa será levada . Assim como pode-se entrar no portal, coisas podem passar através dela para o nosso lado também, causando pânico geral. Coisas como dinossauros, escorpiões e cobras gigantescas... nada de gatinhos fofinhos.  E também não é aconselhável tentar mudar algum evento do passado, porque poderia desencadear o famoso "efeito borboleta".

Porém, os efeitos especiais deixam muito a desejar. Ninguém quer ver um tiranossauro com movimentos lentos e inflexíveis, depois de "Jurassic Park" é difícil se contentar com algo menos real.

Os atores tem qualidade, porém acredito que atrás das telinhas apresentam um clima meio forçado.  Na minha opinião não é uma coisa convincente e natural.

A série terminou sua primeira temporada em clima de mistério. Entretanto os fãs deste show terão de usar a imaginação para descobrir o final dessa saga.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

GHI - Ghost Hunters International (Emissora: SyFy Channel)

Boa noite galera!

Esta noite senti vontade de falar sobre o que se tornou meu vício durante a semana.

O próprio nome resume bem o enredo do programa. Existe o Ghost Hunters que se limita ao território dos EUA; e existe o Ghost Hunters International, que viaja pelo mundo. Ambos seguem a mesma linha de entretenimento, só mudando a localidade. O Ghost Hunters International já visitou o nosso querido Brasil inclusive. Uma dessas visitas foi ao Castelinho da Rua Apa, que é regado de lendas e mistérios; pessoas dizem ouvir passos, vozes, barulhos estranhos e portas que se fecham sozinha durante a noite, praticamente todo o tipo de bizarrices do além.  

A série acompanha um grupo de "caçadores de fantasmas" pelo globo. Armados de muitos aparelhos e com auxílio da tecnologia, eles visitam locais com fama de assombrados e tentam captar algum sinal de que realmente o que acontece ali é paranormal.

Sempre atentos aos relatos das testemunhas, eles primeiramente tentam solucionar os mistérios de forma racional e explicável. Porém, nem sempre isso é possível e algo de paranormal dá o ar da graça.

Como eu sempre fui fascinada pelo sobrenatural, essa série me conquistou plenamente. Admito que rolou uma lágrima durante o primeiro episódio. Sim, literalmente chorei de medo. Mas conforme você vai se "acostumando" as taquicardias diminuem.

Recomendo este programa tanto para os céticos, que poderão tentar encontrar uma explicação lógica para determinado fenômeno; quanto para os que acreditam que há mais do que os olhos podem ver. 

Apenas relembrando: a cada episódio um susto diferente.

Boa caçada!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Go On (Emissora: NBC)

 Os fãs e viciados por "F.R.I.E.N.D.S.", como eu, devem ter tido orgasmos múltiplos ao descobrir essa série. Bom, talvez não todos os fãs, mas principalmente os apaixonados pelo Chandler.

Eu poderia discorrer horas sobre quão maravilhoso o Chandler era. Mas a minha intenção hoje é falar sobre o ator que deu vida ao personagem: o inconfundível Matthew Perry. E é ele quem, mais uma vez, volta as telinhas como protagonista de GO ON.


Infelizmente não por muito tempo, pois GO ON terminou sua primeira temporada e já foi cancelada. A decisão foi tomada após a queda constante de audiência. Lembrando que o seriado nunca realmente alcançou um bom numero de espectadores. Já é a terceira série em que Matthew Perry estréia após o fenômeno "F.R.I.E.N.D.S." que vem a ser cancelada, só nos resta torcer para que sua próxima investida seja mais promissora.

Tratava-se de um radialista de sucesso que perde prematuramente sua esposa e é aconselhado a participar de um grupo de apoio para conseguir manter sua sanidade, e principalmente seu emprego.
Com o passar do tempo esse grupo vai se tornando uma parte importante da vida de Ryan (nome do personagem de Perry), que redescobre os pequenos prazeres com um tipo de humor peculiar.

Um dos grandes "poréns" dessa série é que eu, particularmente, não consigo comprar a performance de Perry como ator dramático. O que infelizmente é o que alguns momentos exigem durante a trama. Além disso, acredito também que o talento de Perry como comediante (que não é pouco) estava sendo desperdiçado. Praticamente atirado pela janela.

Eles tinham no elenco atores talentosos que possuíam boa química entre si; e tinham a história, que se bem aproveitada poderia vir a chamar a atenção do público em geral, escapando de ficar preso dentro de uma faixa etária. Era só deixar rolar. Porque o que eu sinto é que a série ainda estava muito no papel. Estava sendo muito contida. O que provavelmente contribuiu para o cancelamento da mesma.

Mas não é porque uma série foi cancelada que não se pode aproveitá-la.

Essa é uma série que recomendo para quem procura uma coisa mais tranquila, sem grandes reviravoltas. E já vou logo avisando: os fãs de 
"F.R.I.E.N.D.S." podem vir a se decepcionar. Afinal, Chandler foi, é, e sempre será único.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Baby Daddy (Emissora: ABC Family)

O que faz um seriado ser considerado "bom"? As personagens? O roteiro? A trilha sonora?

Na verdade, acredito que seja um combo. Uma mistura que da certo.

Não faz muito tempo comecei a assistir uma série chamada Baby Daddy; o nome já da uma boa ideia do que se trata. As dificuldades e alegrias de ser pai solteiro.

Daí você para e se pergunta: já não vi essa história antes? Eu te respondo: milhares de vezes. Quem nunca assistiu Três Solteirões e um Bebê na sessão da tarde que atire a primeira pedra.

E por que insistem nesse tipo de coisa? Porque aparentemente funciona. A figura masculina sendo responsável por uma criatura nem mais e nem menos ingênua que um bebezinho toca o mais gélido dos corações. Blah!

Esse apelo emocional aliado ao humor característicos das sitcoms americanas atrai o público, principalmente o público feminino. É mulherada que sonha com um homem perfeito, que saiba limpar, passar, cozinhar, arrumar a maçaneta da porta e a torneira da pia, trabalhar contra o crime, cuidar de criança e ainda ser bonito e engraçado - estou falando de vocês mesmo!!!

Apesar das personagens dentro do esperado (o atleta popular, o amigo engraçado, a mãe moderninha, a amiga ex-gorda) e a proposta ser comum, o seriado consegue arrancar algumas risadas. E verdade seja dita os atores são bastante carismáticos, quando menos se espera o espectador já se identificou com alguma das tramas e está fazendo contagem regressiva para o novo episódio.

Todo os seriados possuem seus altos e baixos, mas por enquanto Baby Daddy está se mantendo em um nível agradável e confortável. 

Até agora, na minha opinião, vale a pena ser assistida, porém, trata-se de uma série relativamente nova, então vamos esperar o desenrolar da história daqui pra frente.

Bom, para saber mais opiniões das series do momento, aguarde o próximo post de A Espectadora, sempre as quartas-feiras! 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Nada a Acrescentar



PRELÚDIO

Julgue sua adolescência como queira. Mas não são as grandes ações que vão torna-la memorável, mas sim, os pequenos detalhes, sendo assim, se inicia a história sem mais nada a acrescentar.


E foi com esse prelúdio que chegamos no primeiro nome da nossa série. Nada a Acrescentar. E por mais que ele ficasse "bonitinho" e encaixasse no contexto geral da série, o nome não era nem um pouco fonético e marcante.

Você consegue imaginar a seguinte frase: "Nossa, ontem o Nada a Acrescentar foi um tesão?" Com certeza, seria um fiasco. Mas pior que isso seria a opinião crítica: "Nada a Acrescentar realmente não tem Nada a Acrescentar..."

Dessa maneira iniciamos a busca por um novo nome, um nome realmente interessante e ousado. Alguma coisa que não tivesse a primeira vista absolutamente nada a ver com a série, mas que numa visão mais aprofundada e metafórica resumisse a alma do nosso roteiro.

E após pensar MUITO, e levantar CENTENAS de nomes (sem exagero) chegamos em Pop Corn.

Pipoca? É isso? Ou Milho Pop? Por que Pop Corn? 

Bom, para saber a resposta dessa pergunta, aguarde o próximo post de O Roteirista, sempre as sextas-feiras! 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Inspiração!



E como fazer um roteiro compacto e convidativo? “O roteiro é o mais importante” ouvi isso duzentas vezes do “maldito” diretor enquanto eu construía Pop Corn: A Série.  Honestamente, eu não sabia escrever roteiros e para isso eu tive que aprender, estudar e ler, ler, ler e ler mais um pouco. Tudo bem, a construção teórica estava pronta na minha cabeça de ovo... Mas e a trama?



E a trama?



Nós precisávamos fazer de Pop Corn o Take on Me do A-há. O nosso hit wonder. Foi então que contei a história que eu tinha em mente para o Mateus Bastos, ainda no Bar do Alemão (#patrociniopopcorn). Não vou entrar nos detalhes da trama, eu estou proibido pelo outro criador da série... Sim, estou falando do diretor... Mateus Bastos.



Todavia, eu não preciso contar absolutamente nada... Nem que um dos personagens vai chamar Rafa. Opsss. Brincadeira...  Mas voltando, eu não preciso contar nada. Posso falar da minha inspiração e de como tudo veio.



Pop Corn nasceu após eu escutar aquela música do Arcade Fire: The Suburbs. A primeira vez que eu vi esse clipe e escutei essa canção, eu já tinha a trama inicial de Pop Corn na minha cabeça. E sabe o que é o pior? A trama não tem nada a ver com o clipe do Arcade Fire, as coisas simplesmente fluíram... Igual... Diarreia (eu sei estragar um momento).



E pela primeira vez na minha vida eu escrevi o que seria o episodio piloto de Pop Corn, mas em formato de livro. Eu comecei a escrever Pop Corn para ser um livro, uma história adolescente regada de experiências reais e totalmente honesta.



Mas após esse papo com Mateus Bastos no Bar do Alemão sobre a NECESSIDADE do Brasil em ter uma série de qualidade, o livro virou roteiro. SIMPLES ASSIM!



E esse foi o trabalho mais laborioso que eu tive. Porque eu queria que ficasse balanceado. Junk e ao mesmo tempo clean. Sexual, mas ao mesmo tempo amoroso. E além disso devo dizer que o maldito diretor dessa série é perfeccionista e a cada roteiro escrito por mim, ele adicionava trezentos comentários de direção e dicas de diálogos... E a maioria foi acatada... Porque as ideias eram muito boas e culminaram no roteiro formidável que temos em mão.



Porém, o roteiro tem que ser gravado... Oras! Vamos levantar a bunda do Bar do Alemão e vamos correr atrás da filmagem! PORRA!



Mas não é tão simples...

Por que insistimos em Pop Corn: A Série?



Por que nós continuamos perseguindo esse sonho de tentar finalmente gravar a NOSSA série? Keep on movie? Honestamente, eu poderia dizer que não faço a menor ideia.

Mas eu FAÇO ideia.

Tenho uma vaga lembrança daquela conversa no Bar do Alemão (se desejar aceito seu patrocínio, #patrociniopopcorn), eu bebia o chope Devassa (#patrociniopopcorn) e o Diretor estava comigo. Nós comíamos uma porção de fritas enquanto criticávamos as séries da televisão brasileira.

Por que no Brasil quando a menina fica gravida na série isso sempre é um espanto?  Ué... Porque todo mundo sabe que para engravidar tem que trepar.

Por que o jovem é tão fake nas série? Porque as pessoas falam palavrão na vida real, as agressões verbais não podem ser resumidas em: Cacilda, Carambolas e Poxa!

Mas PORRA por que nem a internet se salva? CARALHO, tem série que incita o consumismo! Vocês sabem do que eu to falando? E tem outras que o roteiro é uma VERGONHA contra a humanidade, chega a soar como NAZISMO (guardadas as devidas proporções)! Então o que tá acontecendo com o mundo? Por que isso passa livremente para qualquer um assistir na tela da sua TV, PC, Iphone, Tablet, Ipad... blá, blá?
Sinceramente, nós não sabíamos! (agora nós descobrimos... Aguardem).

Eu sempre assisti série de TV pela Sky (Alô! #patrociniopopcorn), cresci vendo Seinfeld e Friends. Na minha adolescência eu passei por Dawson’s Creek, The OC e One Three Hill. E terminei em Skins. E sabe o que todas essas séries tem em comum? Um roteiro trabalhado. Por mais que você odeie o Seth Cohen, você tem que concordar... Welcome to The OC bitch... É marcante!

E é isso que falta para as séries de televisão brasileira. Um roteiro compacto, seguro e sem CENSURA! QUERO QUE SE FODA O FATO DE NÃO PODER FALAR FODA-SE!

Foi então que A ideia surgiu... GRAVAR UMA SÉRIE DE TV DE VERDADE! Queremos o FIM desses diálogos infantis e SEM VERGONHA! Queremos o FIM do mocinho que não bebe cerveja! Gente, os bons também bebem!! Nós queremos o FIM do NÃO uso de PALAVRÕES! Queremos confrontar e mostrar a REALIDADE dos adolescentes! É claro, com algumas licenças poéticas... Senão ia ser um porre! Porque a vida de adolescente não é Skins e graças a Deus não é uma série brasileira dessas que vemos todos os dias! Nós queremos mostrar o meio termo...

E qual é o ponto certo?

A resposta é Pop Corn!