O que faz um seriado ser considerado "bom"? As personagens? O roteiro? A trilha sonora?
Na verdade, acredito que seja um combo. Uma mistura que da certo.
Não faz muito tempo comecei a assistir uma série chamada Baby Daddy; o nome já da uma boa ideia do que se trata. As dificuldades e alegrias de ser pai solteiro.
Daí você para e se pergunta: já não vi essa história antes? Eu te respondo: milhares de vezes. Quem nunca assistiu Três Solteirões e um Bebê na sessão da tarde que atire a primeira pedra.
E por que insistem nesse tipo de coisa? Porque aparentemente funciona. A figura masculina sendo responsável por uma criatura nem mais e nem menos ingênua que um bebezinho toca o mais gélido dos corações. Blah!
Esse apelo emocional aliado ao humor característicos das sitcoms americanas atrai o público, principalmente o público feminino. É mulherada que sonha com um homem perfeito, que saiba limpar, passar, cozinhar, arrumar a maçaneta da porta e a torneira da pia, trabalhar contra o crime, cuidar de criança e ainda ser bonito e engraçado - estou falando de vocês mesmo!!!
Apesar das personagens dentro do esperado (o atleta popular, o amigo engraçado, a mãe moderninha, a amiga ex-gorda) e a proposta ser comum, o seriado consegue arrancar algumas risadas. E verdade seja dita os atores são bastante carismáticos, quando menos se espera o espectador já se identificou com alguma das tramas e está fazendo contagem regressiva para o novo episódio.
Todo os seriados possuem seus altos e baixos, mas por enquanto Baby Daddy está se mantendo em um nível agradável e confortável.
Até agora, na minha opinião, vale a pena ser assistida, porém, trata-se de uma série relativamente nova, então vamos esperar o desenrolar da história daqui pra frente.
Bom, para saber mais opiniões das series do momento, aguarde o próximo post de A Espectadora, sempre as quartas-feiras!